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Emissor Multifrequencial RIFE

O aparelho leva o nome do cientista Royal Raymond Rife, um homem talentoso e criativo, com uma percepção interdisciplinar ampla, que definiu a linha de pesquisa sobre frequência oscilatória e ondas, criando um tipo de terapia: a terapia bioelétrica. Na década de 1930, ele recebeu prêmios por suas contribuições inovadoras à ciência. Em 1940, desenvolveu a teoria frequencial sobre as doenças, segundo a qual cada patologia era causada pela alteração de uma determinada frequência de onda. Ele construiu aparelhos que detectavam essas frequências e, por ressonância, através de um gerador de radiofrequência, destruíam bactérias, vírus e fungos, corrigindo as doenças apresentadas. Com esse invento totalmente testado, apresentou um grande número de casos de cura, inclusive por outros terapeutas e médicos que passaram a utilizar seus inventos. Nessa época, a medicina ortodoxa oficial começou a boicotar, perseguir e até proibir que ele continuasse seu trabalho, pois ameaçava os grandes lucros dos laboratórios de medicamentos. E até hoje se perpetua a indústria do “remediar”, com pessoas se intoxicando com tantos remédios, inclusive os próprios médicos, por serem preparados para trabalhar dessa forma. A proposta da CURAMUS é ser um instrumento de cura, quebrando paradigmas, através da investigação e tratamento da raiz dos desequilíbrios/enfermidades.

O Rife é uma, entre várias ferramentas, que utilizamos para tratar nossos pacientes. Esse aparelho tem tecnologia fundamentada na física quântica, baseada nos estudos de Rife e na máxima de que tudo no Universo vibra e oscila, composto por uma unidade portátil capaz de ler um Smart Card previamente gravado com as frequências desejadas, e duas placas condutoras, conectadas na unidade, criando um campo fechado de energia ao serem colocadas em contato com as extremidades do paciente. Por esse campo de energia, passa uma corrente eletromagnética (que se transforma em corrente iônica ao entrar em contato com a pele do paciente) que vibra nas frequências estabelecidas por Rife em seus trabalhos. A respeito dos metais tóxicos, o aparelho atua com os princípios da biorressonância, inicialmente identificando no organismo do paciente a presença daquela frequência específica e emitindo uma onda invertida negativa pura, por cataforese, que expele metais pesados de dentro do organismo (inclusive da parte interna das células) para uma gaze colocada nos eletrodos, para o suor, urina e fezes. Quanto aos microrganismos, o aparelho também conhece suas frequências vibratórias dentro do paciente quando este está contaminado, e os destrói através de rupturas, ao emitir uma onda de frequência contínua, tipo radiofrequência daquele microrganismo, fazendo uma vibração que leva à sua destruição. O fenômeno é semelhante ao que acontece com a quebra de um cristal através da emissão de uma nota musical contínua, que entra em ressonância com o cristal, vibrando e rompendo-o. Após o rompimento dos microrganismos, o aparelho ainda consegue expelir partes tóxicas para as gazes que estão em contato com a pele do paciente e os eletrodos. Se o paciente usar o Rife e não tiver mais nenhuma contaminação (microrganismos, metais tóxicos e outros), a passagem das ondas oscilatórias será inofensiva. Ainda temos como coadjuvantes muitas outras frequências, como as de órgãos, aminoácidos, minerais, alterações de saúde, doenças, sintomas…

Utilizando a polaridade positiva por eletroforese, podemos inserir frequências, criando um aumento da vibração daquela frequência naquele momento, em todas as células do organismo, corrigindo a vibração celular para que a função se restabeleça.